Damares Alves assegura investimentos para Sergipe

Damares Alves assegura investimentos para Sergipe

Foto: Jadilson Simões
A  ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, esteve em Sergipe na manhã desta quinta-feira, 2, no plenário da Casa Legislativa de Sergipe, onde foi condecorada com os títulos de Cidadania Sergipana  e Aracajuana, ambos oferecidos conjuntamente pela Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) e pela Câmara Municipal de Aracaju (CAM), respectivamente. Na oportunidade, ministra falou sobre investimentos e parceria para Sergipe.
Projetos e ações 
Visivelmente feliz, ao dizer que a pessoa não escolhe onde nasce, mas que ela escolheu ser sergipana, a ministra Damares Alves, durante coletiva à imprensa, falou de perspectivas na gestão, e investimentos para o estado de Sergipe. “Os anos que morei em Sergipe foram os melhores anos da minha vida. Sergipe é o meu estado, eu escolhi ser sergipana. E aqui em Sergipe, feliz por receber os títulos de cidadania na manhã de hoje, eu e minha equipe  já estamos  trabalho por esse estado. Hoje já participamos de uma  visitação no  Centro de Referência da Pessoa com Deficiência. O  órgão ainda não foi inaugurado,  e um pleito foi nos entregue para levantarmos mais recurso para  tão logo ser inaugurado”, avisou a Ministra. 
A ministra também registrou a entrega de veículos para a Funai de Sergipe. “Logo mais entregaremos a Funai, que  também está no meu ministério, alguns veículos para os povos indígenas locais” disse Damares,  afirmando que agora que é devidamente sergipana, se empenhará para levantar recursos  financeiros e parcerias para o Estado.
Mudança do nome do ministério
Na oportunidade,  a ministra Damares Alves ressaltou que o nome do ministério que atua deveria ser trocado. “O presidente Bolsanaro deveria trocar o nome desse ministério. Esse ministério deveria se chamar “Ministério da Vida e da Alegria”.  É que esse ministério tem por  espinha dorsal a proteção da vida. Ele vem proteger a vida da mulher, do jovem, da criança e do adolescente”, explicou  ministra, que esteve na Casa Legislativa acompanhada  por parte de sua comitiva nacional. Estão em Sergipe, junto a ministra Damares, a secretária nacional da criança  e do adolescente,  a secretária nacional da família, e diretores da secretaria da Mulher que faz o  combate à violência contra a mulher. 
Investimentos para Sergipe
Sobre a viabilidade de  investimentos para o estado de Sergipe frente ao  ministério que conduz, a ministra Damares destacou que há planejamentos para esse fim.  “Estamos vivendo com o  PPA (Plano Plurianual) da gestão anterior, que não tinha tantas pastas como o atual ministério. Estamos construindo nosso PPA para os próximos 4 anos. Estamos buscando recursos para dentro do ministério,  pois o mesmo  cresceu muito  e hoje comporta oito pastas  nacionais. Em todas essas pastas  podemos desenvolver  ações aqui para Sergipe, sim”, assegura.
Damares ressaltou ainda  recentes recursos para Sergipe. “Com essas parcerias nas pastas, estivemos entregando há 15 dias, alguns kits com veículos para Sergipe. Nesta manhã  vamos entregar algumas viaturas para os povos indígenas locais. É possível fazer grandes parcerias com esse estado. E agora,  já que  a ministra  aqui é sergipana,  mais do que nunca a gente vai lutar por recurso para esse estado”, comemora a ministra.
Sobre o lançamento oficial da Frente Parlamentar em Defesa da Vida e da Família da Casa Legislativa de Sergipe,  a ministra Damares disse que  frente vem para propor políticas públicas de proteção da vida. ” Já há outras frentes como essa na própria câmara Federal  e Senado, então é uma frente que tem muito a fazer, principalmente nesse momento que a vida tem sido tão banalizada e que a violência  ainda impera no nosso pais”, aprovou Damares o lançamento da frente em defesa da vida.
Democracia
Sobre rejeição por parte de alguns sobre a concessão dos títulos que recebeu, Damares diz que recebe crísticas de forma tranquila e que esse tipo de comportamento faz parte da democracia. “Eu sei muito bem encarar essas crísticas, tenho consciência  que  alguns que a gente vem tratando divide opiniões, mas é natural . A beleza da democracia é justamente o contraditório. Criticam o recebimento do meu título? Eu acho que eu mereço, eu fico muito orgulhosa em recebê-los”, sorriu a  nova cidadã sergipana.
País Laico
Sobre a intolerância religiosa, ministra disse que também é alvo da intolerância, que passa por  essa situação de aversão ao seu cargo  pelo fato de sua religião. “A  gente ainda tem no Brasil a intolerância religiosa, infelizmente. E eu sou vítima também, faço parte dessa intolerância  que corre pelo Brasil . No meu caso,  além de ter minha religião, também sou pastora evangélica.  É preciso ter respeito as religiões, respeito às escolhas. Dentro do nosso Ministério  temos uma pasta voltada para a busca da unidade, a busca da liberdade religiosa”, comentou Damares.
Abuso infantil
Ministra disse que esteve com  a criança de 10 anos que foi abusada pelo seu  enteado, e que  diante da agressão sexual, ficou gravida. “Há 15 dias  estive com aquela menina, e ela, ainda como os medos infantis, de o bebê mexendo dentro da sua barriga.  Eu me identifico com essa situação, eu fui vítima da violência,  eu sou sobrevivente dessa violência. Em visita, amei  essa menina, quis levá-la para minha casa, e dar acolhimento a sua família. O agressor foi descoberto e já está preso. Agora a gente tem que acolhê-la,  é uma criança que vai ser mãe de uma outra criança. Essa menina vai precisar de  tratamento,  de acompanhamento, de amor”, emocionou-se Damares.
Aborto
Sobre apoiar ou não o aborto no país, ministra disse que essa temática e decisões de contra ou a favor é uma decisão aquém do seu ministério. “Nós entendemos que esse tema  está  em tramitação no congresso nacional,  e agora é uma competência do STF.  Há muitas pastas dentro do meu ministério e  tenho tanta coisa para fazer. Então, como já há uma ampla discussão sobre o aborto,  eu vou deixar essa missão para outros  realizarem. Eu vou cuidar das crianças, das mulheres, e  dos índios. Há muita coisa para ser feita”, finalizou a ministra.
Fonte: Rede Alese

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